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15.07.26

Mitos sobre o colagénio desmistificados: o colagénio hidrolisado mantém realmente um tipo específico?

Provavelmente já viste suplementos de colagénio identificados como colagénio de tipo I, tipo II ou tipo III. Parece importante, mas quando falamos de colagénio hidrolisado, trata-se, na verdade, de um equívoco comum.

Eis porquê.

Os tipos I, II e III descrevem a forma como o colagénio existe naturalmente no organismo. Na sua forma original, o colagénio é uma proteína de grandes dimensões com uma estrutura única em tripla hélice, e é essa estrutura que determina o seu tipo.

O tipo I encontra-se principalmente na pele, nos ossos e nos tendões. O tipo II é o principal tipo de colagénio presente na cartilagem, enquanto o tipo III está presente nos vasos sanguíneos.

Antes de o organismo conseguir absorver o colagénio, este tem de ser decomposto através de um processo chamado hidrólise. Isto significa simplesmente que as enzimas dividem a grande molécula de colagénio em péptidos de colagénio muito mais pequenos.

Depois deste processo, a estrutura original deixa de existir. E, como a estrutura se alterou, também se altera a sua classificação. O colagénio hidrolisado já não é, tecnicamente, colagénio de tipo I, II ou III. Em vez disso, passa a ser constituído por um conjunto de péptidos de colagénio bioativos, muito mais fáceis de absorver e utilizar pelo organismo.

É precisamente por isso que o colagénio hidrolisado é utilizado em suplementos orais de elevada qualidade. O sistema digestivo não consegue absorver de forma eficiente uma fibra de colagénio intacta, mas consegue absorver péptidos de menor dimensão. Estes podem ser utilizados onde o organismo necessita de colagénio.

Por isso, se estás a comparar suplementos de colagénio, não te prendas demasiado ao “tipo” indicado no rótulo. Um indicador de qualidade muito mais relevante é o próprio péptido de colagénio. É facilmente absorvido pelo organismo? É apoiado por investigação clínica? Fornece uma dose diária eficaz?

Na Collagen Superdose, é nisso que nos concentramos. Utilizamos péptidos de colagénio hidrolisado estudados clinicamente, porque o que realmente importa é a qualidade dos péptidos, a forma como são absorvidos e a ciência que os sustenta — e não a classificação atribuída à fonte original do colagénio.